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Mostrando postagens com o rótulo shows no brasil

[COBERTURA] Onde as gerações de heavy metal se encontraram

    Uma pequena fila ao lado de fora do Tork 'N' Roll, decorada com camisetas de camelô da banda principal na calçada, esperava a abertura da casa que, por sinal, foi muito pontual. Os ânimos estavam à flor da pele, afinal, um show de heavy metal é para além da música: é sobre criar memórias e ouvir as músicas que tanto marcaram sua vida junto a outra multidão que compartilha do mesmo sentimento.     Pequeno e acanhado, o público que estava na fila foi o mesmo que viu o Hellway Train começar às 19h40. É notório que os curitibanos não possuem o costume de chegar para ver a banda de abertura, quem dirá numa quarta-feira. Bem, azar o deles! Bebendo direto da fonte do Judas Priest, mas sem fazer uma falsa nostalgia fajuta, o estilo da banda mineira faz muita referência ao estilo anos oitenta do glam metal de performar. Com o show integrando a turnê do disco “ Borderline ” e um pouco mais simples que os demais - por ter uma setlist reduzida - a ban...

[COBERTURA] Hard 'n' Heavy Party - A melhor despedida que o "velho Manifesto" poderia ter

    Dia 22 de março foi um dia marcado por encontros importantes: não apenas a despedida do "velho Manifesto", localizado na Rua Iguatemi, nº 36, na cidade de São Paulo, mas também a turnê de despedida do cantor Ted Poley, antigo vocalista da formação clássica do Danger Danger , além da primeira apresentação da banda Midnite City no Brasil em oito anos de carreira, é a segunda apresentação da cantora Chez Kane no país, revelação no mundo do hard rock , natural do Gales.     O local estava cheio, mas com um público ainda tímido e contido no meio da pista quando Midnite City entrou ao palco, as 21h09, exatamente. Apesar de estar programado para fechar a noite, a banda de abertura teve um set bem extenso. Posso dizer que soam melhor ao vivo do que em seus discos gravados - o que é uma boa sugestão para lançamento. O grupo que conta com Rob Wylde (conhecido por seu trabalho na banda Tigertailz ), Miles Meakin (guitarrista), Josh "Tabbie" Williams (baixo), Ryan Briggs ...

Danger Danger, um pouco mais do mesmo - só que diferente

É trágico como Danger Danger é uma banda que marca o decair do hair metal na grande mídia. Até poderia ser comparado com outras bandas que choram pelo final dessa era, mas a verdade é que não chegam aos pés. Aqueles que conhecem a banda sabem o quanto eles possuíam grande potencial, sendo talvez uma das melhores por fazer um pouco mais do mesmo - só que diferente.      Primeiro, devemos colocar em evidência que “ Screw It! ”, seu segundo lançamento, é um disco fraco. Não em gênero, isso com certeza, mas pelo seu conteúdo. Mais uma produção apressada pela gravadora depois de uma longa turnê. Muitos irão discordar disso, mas é verdade. Particularmente, acho um disco completamente apelativo, mesmo que possua ótimas melodias, como acontece em “ I Still Think About You ”, “ Don’t Blame It On Love ” e “ Beat the Bullet ”. “ Slipped Her the Big One ” também vale a pena ser mencionada por sua produção, mesmo que ela antecipe 60% do resto do álbum, aquele típico: Olhe como eu s...

[COBERTURA] O Glam não está morto

    Seria Curitiba capaz de animar um show mesmo estando debaixo de um calor de 30°C no período da noite? A resposta, para os suecos do Crazy Lixx, é sim.      O Jokers Bar, um espaço completamente "instagramável" da cidade, localizado na grande São Francisco, foi palco para mais uma edição da Glam Slam, festa que promete ser mais quente que o verão de '92. Diria que não precisaria ser necessariamente de 1992, pois essa semana do dia 15 de março de 2024, as temperaturas foram exorbitantes. Mesmo assim, isso não foi páreo para as atrações da festa (e que festa!).      A pontualidade não foi o forte da festa com relação aos shows, lembrando de não ser um evento para ter uma hora exata para voltar para casa. Marenna começou seu set com pouco mais de 10 minutos de atraso, dando um espetáculo com sua formação completa, que conta com Rod Marenna (Vocal), Edu Lersch (Guitarra), Luks Diesel (Teclados), BIFE (Baixo) e Arthur Schavinski (Bateria). Posso diz...

[ENTREVISTA] Joél Cirera, baterista do Crazy Lixx, fala sobre o novo álbum "Two Shots at Glory", shows no Brasil, amizade com Vic Zino e carreira além da banda.

    Uma nova onda de artistas tentando recobrar o som nostálgico das músicas oitentistas é notória para todos, mas com o Crazy Lixx, alguma coisa é diferente. O meio termo da banda, que surgiu em 2001, de não poder ser chamada de nova mas também sem portar o título de velha, faz com que um limbo surja e, com ele, a definição do " New Wave of Sleaze Metal ". Para os conhecedores, Crazy Lixx não é cara nova, mas passaram por muitas mudanças após os 23 anos na estrada. Novo disco "Two Shots at Glory"      A formação atual contando com Danny Rexon nos vocais, Joél Cirera na bateria, Jens Anderson no baixo, Chrisse Olsson e Jens Lundgren completando nas guitarras, eles nos transportam direto para a febre que foi o hard rock da década de 80 junto a um toque da tecnologia atual. Agora em março, a banda estará na América do Sul com três shows marcados no Brasil, sendo eles nas capitais Curitiba ( sexta-feira, 15 ) e Belo Horizonte ( sábado, 16 ) na festa Glam Slam, conh...