Uma pequena fila ao lado de fora do Tork 'N' Roll, decorada com camisetas de camelô da banda principal na calçada, esperava a abertura da casa que, por sinal, foi muito pontual. Os ânimos estavam à flor da pele, afinal, um show de heavy metal é para além da música: é sobre criar memórias e ouvir as músicas que tanto marcaram sua vida junto a outra multidão que compartilha do mesmo sentimento. Pequeno e acanhado, o público que estava na fila foi o mesmo que viu o Hellway Train começar às 19h40. É notório que os curitibanos não possuem o costume de chegar para ver a banda de abertura, quem dirá numa quarta-feira. Bem, azar o deles! Bebendo direto da fonte do Judas Priest, mas sem fazer uma falsa nostalgia fajuta, o estilo da banda mineira faz muita referência ao estilo anos oitenta do glam metal de performar. Com o show integrando a turnê do disco “ Borderline ” e um pouco mais simples que os demais - por ter uma setlist reduzida - a ban...
Olá, meus caros leitores e leitoras por todo o Brasil! Faz algum tempo desde que postei algo aqui no blog, mas estava com dificuldade em achar um assunto que fosse devidamente relevante para a comunidade e após passar as últimas semanas antenada nas redes sociais, me veio a seguinte reflexão: I.A no rock é algo aceitável? Precisamos colocar as cartas na mesa, afinal, a inteligência artificial se tornou uma ferramenta útil e que veio para ficar no nosso cotidiano. Não podemos ignorá-la, ainda mais em nossos trabalhos comuns. Dentro de um escritório, onde as demandas possuem um fluxo muito grande e requer mínimos detalhes, essa ferramenta se torna necessária para auxiliar a produtividade. Agora, devemos lembrar que a I.A não cria nada. Ela usa um banco de dados, certo? Mas pessoas estão usando desse auxílio para se dar a impressão de que conseguem inventar algo sem esforço. Então, não venham querer tentar me convencer do co...